Alimenta -me , passáro! Aqui não ha ninguem.
Estou caindo, as folhas estão voando, as palavras cantando,
na velocidade da queda, eu qui pensando.....
Que ao fundir me ao asfalto , gritrarei por meu bem.
Meu corpo, estirado ,extremado nas vertebras da saudade
Antes movido a contrição, agora inanimado e livre.
É sol, as pombas estão sujas não vejo o que existe,
sou os olhos e a carne, de toda a nossa eternidade.