a destinar meu pranto
as avessas da lucida morte
encarnei minha barba seca
nos desvaneios da sorte
em cilios de alauces
manobrei o terror em gozo
deilacerando o que nunca foi novo
na mesmice do tempo e do corpo
agora que é finda a vida
e esse delirio me consome
terei paciencia e dor
destinado a condição de homen
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
Dande
a esse corpo vida
a essa alma descanço
ao mundo resposta
a flor o pranto.
ao amor equivocado desespero
a rejeição o sangue
a minha boca um beijo
seria o bastante
a morte alivio
ao universo nexo
a santo fé
e a mim sexo.
a essa alma descanço
ao mundo resposta
a flor o pranto.
ao amor equivocado desespero
a rejeição o sangue
a minha boca um beijo
seria o bastante
a morte alivio
ao universo nexo
a santo fé
e a mim sexo.
sexta-feira, 5 de setembro de 2008
desvaneios no meio ....

despotas e seticos gritando cegos
sentindo o cristo o poder
delirios do que não se pode ser
pensar, sentir, correr
arde em brasa estirada sobre o maço
a bela que rasteja por amor
a saudade o universo
quem suportou quem o conquistou ?
será breve como a vida
intenso,surreal e divino
a nossa noite enterna
como a viajem de um comprimido
puxando o fio só pra escultar o alarme
quinta-feira, 10 de julho de 2008
o vale e a fumaça
Um cadaver deposto em seu abismo
O infinito perdido no vale
O peito fundo a face palida
Sem um grão de felicidade
O desatino do lado oposto
Que esse meu cerebro difunde
O rosto ,rosado virgen
Em meu corpo quase imune
condenado a perpetua pena
uma prisão interna
e o suicidio ludico me acena
esperando o divino e a vida eterna
nada e fumaça...
O infinito perdido no vale
O peito fundo a face palida
Sem um grão de felicidade
O desatino do lado oposto
Que esse meu cerebro difunde
O rosto ,rosado virgen
Em meu corpo quase imune
condenado a perpetua pena
uma prisão interna
e o suicidio ludico me acena
esperando o divino e a vida eterna
nada e fumaça...
terça-feira, 8 de julho de 2008
japoninha
nunca vi olhos tão sedutores
aos cegos olhos meus
nem em retrato ou ser
tamanha semelhança com deus
nunca me vi em outro corpo
que esse corpo ja´não é meu
e minha alma já é de meu amor
e tudo que ha em mim agora é seu
nunca mais amor ou vida
de prezeres tão escassos
ficarei com minha morfina
e com o esboço de seu rosto abstrato
dormindo em meu sonho eterno.
aos cegos olhos meus
nem em retrato ou ser
tamanha semelhança com deus
nunca me vi em outro corpo
que esse corpo ja´não é meu
e minha alma já é de meu amor
e tudo que ha em mim agora é seu
nunca mais amor ou vida
de prezeres tão escassos
ficarei com minha morfina
e com o esboço de seu rosto abstrato
dormindo em meu sonho eterno.
quinta-feira, 26 de junho de 2008
fragmentos da fé
comeremos fragmentos de vida
confortados,revoltosos imundos
sentindo o vento nú
jorrando lixo pela boca
em meio ao céu azul
no escuro bate um coração
pulsante na brasa do cigarro
estirada branca sobre a mesa
estirando a mão ao bastardo
a sombra de cristo talves ludica
poderia talves em sonho ver
sempre esterio sem luz
um dia toca la
confortados,revoltosos imundos
sentindo o vento nú
jorrando lixo pela boca
em meio ao céu azul
no escuro bate um coração
pulsante na brasa do cigarro
estirada branca sobre a mesa
estirando a mão ao bastardo
a sombra de cristo talves ludica
poderia talves em sonho ver
sempre esterio sem luz
um dia toca la
quarta-feira, 25 de junho de 2008
anciedades
A pálpebra dormente que acalenta
Uma existência nociva e perpetua
Que da rosa do amor
Não me restou sequer uma pétala
Estrangeiro em solo divino
Sabe deus quanto amo e morro
Dilacerando meu corpo vazio
Em cada gole anestesiado do seu corpo
Procurando um gesto um olhar
Na infinidade nociva da beleza
Inútil como uma prostituta
Divina como uma freira
Destilando sua existência
Mórbida perfeita e cintilante
Em minhas palavras melodicamente trágicas
O amor inconstante quase palpável
Como algemas mulher minha.
Seus olhos já não me ligam a deus
Seus braços não são os meus
Agora és imperfeita, mortal.
Agora vôo alto demais não os vejo mais
Uma existência nociva e perpetua
Que da rosa do amor
Não me restou sequer uma pétala
Estrangeiro em solo divino
Sabe deus quanto amo e morro
Dilacerando meu corpo vazio
Em cada gole anestesiado do seu corpo
Procurando um gesto um olhar
Na infinidade nociva da beleza
Inútil como uma prostituta
Divina como uma freira
Destilando sua existência
Mórbida perfeita e cintilante
Em minhas palavras melodicamente trágicas
O amor inconstante quase palpável
Como algemas mulher minha.
Seus olhos já não me ligam a deus
Seus braços não são os meus
Agora és imperfeita, mortal.
Agora vôo alto demais não os vejo mais
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