comeremos fragmentos de vida
confortados,revoltosos imundos
sentindo o vento nú
jorrando lixo pela boca
em meio ao céu azul
no escuro bate um coração
pulsante na brasa do cigarro
estirada branca sobre a mesa
estirando a mão ao bastardo
a sombra de cristo talves ludica
poderia talves em sonho ver
sempre esterio sem luz
um dia toca la
quinta-feira, 26 de junho de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
anciedades
A pálpebra dormente que acalenta
Uma existência nociva e perpetua
Que da rosa do amor
Não me restou sequer uma pétala
Estrangeiro em solo divino
Sabe deus quanto amo e morro
Dilacerando meu corpo vazio
Em cada gole anestesiado do seu corpo
Procurando um gesto um olhar
Na infinidade nociva da beleza
Inútil como uma prostituta
Divina como uma freira
Destilando sua existência
Mórbida perfeita e cintilante
Em minhas palavras melodicamente trágicas
O amor inconstante quase palpável
Como algemas mulher minha.
Seus olhos já não me ligam a deus
Seus braços não são os meus
Agora és imperfeita, mortal.
Agora vôo alto demais não os vejo mais
Uma existência nociva e perpetua
Que da rosa do amor
Não me restou sequer uma pétala
Estrangeiro em solo divino
Sabe deus quanto amo e morro
Dilacerando meu corpo vazio
Em cada gole anestesiado do seu corpo
Procurando um gesto um olhar
Na infinidade nociva da beleza
Inútil como uma prostituta
Divina como uma freira
Destilando sua existência
Mórbida perfeita e cintilante
Em minhas palavras melodicamente trágicas
O amor inconstante quase palpável
Como algemas mulher minha.
Seus olhos já não me ligam a deus
Seus braços não são os meus
Agora és imperfeita, mortal.
Agora vôo alto demais não os vejo mais
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