Um cadaver deposto em seu abismo
O infinito perdido no vale
O peito fundo a face palida
Sem um grão de felicidade
O desatino do lado oposto
Que esse meu cerebro difunde
O rosto ,rosado virgen
Em meu corpo quase imune
condenado a perpetua pena
uma prisão interna
e o suicidio ludico me acena
esperando o divino e a vida eterna
nada e fumaça...
3 comentários:
O que vc estava pensando quando escreveu esse poema? Fragil, fúnebre e ótimo.
paixão q se a sentir ñ lhe resiste
nem nos brutos sertoes alma ferina
beleza funestou quase divina
de q a memoria em lagrimas existe!
saudades de tu ...
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