quinta-feira, 10 de julho de 2008

o vale e a fumaça

Um cadaver deposto em seu abismo
O infinito perdido no vale
O peito fundo a face palida
Sem um grão de felicidade

O desatino do lado oposto
Que esse meu cerebro difunde
O rosto ,rosado virgen
Em meu corpo quase imune

condenado a perpetua pena
uma prisão interna
e o suicidio ludico me acena
esperando o divino e a vida eterna

nada e fumaça...

3 comentários:

Josefina Escarlate disse...

O que vc estava pensando quando escreveu esse poema? Fragil, fúnebre e ótimo.

Talita disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Pocahontas disse...

paixão q se a sentir ñ lhe resiste
nem nos brutos sertoes alma ferina
beleza funestou quase divina
de q a memoria em lagrimas existe!

saudades de tu ...