quarta-feira, 27 de maio de 2009

Esquisofrenicos Esfarrapados

eu corria nas alamedas escuras da noite
e sempre via o capso humano em neon
vendo fantasmas escutando o som
de unicornios alados cavalgando sobre o lixo humano

um velho mundo privado rangendo dentes
sangrando nas tetas da velha homosexual
no astral movimento do desepero
uma boca roxa se despia e gritava glória um beijo

eu deitei sobre os escombros da evolução
rasguei poemas e com eles me cobri
de escoria ,lagrimas e fome
ao amanhecer vomitei a luz dos corpos sem alma.

2 comentários:

Talita disse...

incrível, dan!!!!
virou meu prefirido!

Talita disse...

cara, cada vez que leio desse poema, mais gosto dele!
foda!!!