eu corria nas alamedas escuras da noite
e sempre via o capso humano em neon
vendo fantasmas escutando o som
de unicornios alados cavalgando sobre o lixo humano
um velho mundo privado rangendo dentes
sangrando nas tetas da velha homosexual
no astral movimento do desepero
uma boca roxa se despia e gritava glória um beijo
eu deitei sobre os escombros da evolução
rasguei poemas e com eles me cobri
de escoria ,lagrimas e fome
ao amanhecer vomitei a luz dos corpos sem alma.
2 comentários:
incrível, dan!!!!
virou meu prefirido!
cara, cada vez que leio desse poema, mais gosto dele!
foda!!!
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