segunda-feira, 18 de maio de 2009

memórias e espelhos

até a hora do descanso a tortura estética, estatica
dia após dia nada sobre nada no espectral movimento da terra
tudo gira nacse morre e fica eterno
eu ,dionisio,diamante vejo cuspo e enterro

Na noite regada goles de cicuta e remorso
comtemplo o sudário e seu rosto no espelho
agora o tempo é variavel conforme a memória

Um comentário:

joao evangelista disse...

velho o desfecho q tu dar a essa poesia ficou muito louco ...
muito, muito bom msm !!!
pode crêr mano !!!!
FLW !!!