segunda-feira, 8 de junho de 2009

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De qual ângulo se vê a besta de cada homen
deitado aqui apenas observo a cor cinza
e o refelxo opaco da luz
cominhando junto ao tédio rotineiro
do sonho do dinheiro,e da cruz.

meus labios querem lactose
quando meu corpo pede descanço
o que o demasiado pode ser
quando não é nada alen de humano.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Esquisofrenicos Esfarrapados

eu corria nas alamedas escuras da noite
e sempre via o capso humano em neon
vendo fantasmas escutando o som
de unicornios alados cavalgando sobre o lixo humano

um velho mundo privado rangendo dentes
sangrando nas tetas da velha homosexual
no astral movimento do desepero
uma boca roxa se despia e gritava glória um beijo

eu deitei sobre os escombros da evolução
rasguei poemas e com eles me cobri
de escoria ,lagrimas e fome
ao amanhecer vomitei a luz dos corpos sem alma.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Aberração

no instante em que devoro minha mente me desespero
me dilacero junto a maquina primata
nada sobre nada no traviseiro apenas sangue e alccol
e os pesadelos de um estiguimata

Sou uma unidade insubordinavel quase um iluminista
livre nos braços de bolivar como um bebe
para as mulheres um anjo feminista um ser !
que acredita estar no inferno e deus não pode ver

mas sonha .........em ter fé .

segunda-feira, 18 de maio de 2009

memórias e espelhos

até a hora do descanso a tortura estética, estatica
dia após dia nada sobre nada no espectral movimento da terra
tudo gira nacse morre e fica eterno
eu ,dionisio,diamante vejo cuspo e enterro

Na noite regada goles de cicuta e remorso
comtemplo o sudário e seu rosto no espelho
agora o tempo é variavel conforme a memória

sábado, 2 de maio de 2009

3 noites verdes

O desespero surreal de uma noite delirante
fez ulular a flor que parecia nua
e escondia um segredo divinamente terrificante
a morte em forma de prazer

a vulva encadecente cuspia moedas
no copo cheio de vodka
na alucinaçaõ do amor,me encontrei no mar
gemendo no palco do destino

fotos do futuro,no passado entorpecido
humana solidão de meus sentidos
como pude sonhar na barbárie das alauces
e na beleza do suicidio

quitinete

na divindade da luz um corpo em carne
na alma na lagrima no espelho
tua cama seus quadros seus travisseiros
tudo se fundi ao meu desespero

teu corpo se faz se desfaz no meu
na cama na lama sem nexo
cebelo,pele,pernas e coração
todos na infinidade do sexo

que dura uma ejaculação

segunda-feira, 27 de abril de 2009

zzzzzzzzzz

vinho cacos de vidro e chocolate
deslizavam sobre sua meia calça rasgada
voçê no banheiro trancada
com um sorriso demonioco e uma faca
gritando humanamente

seu indecente pesadelo feminino
caio feito petala no fogo entorpecido
dormindo no sofa ressonando, quase morta
eu te contempleva chorando quase sorrindo
com os olhos de um menino

a carreguei como bebe em meus braços
para dormimos para sempre.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

ninfomaniacas endiabradas

Membros verdes jorrando capitalismo
Na farsa do sorriso da fêmea
Um olhar um sorriso
Na noite efêmera

Meus louros de poeta na farsa casta
Sexo monstros e gozo
Ninfomaníaca necessitara ao alento
Quero seu amor, queres meu membro.

A amarei poeticamente e indecente..........................
sua boceta quente

quarta-feira, 11 de março de 2009

.......................................

meus versos incorretos talvês ludicos
ipenotizam fugitivos do mundo
sobre carniças, andantes os andes !
longe do cronico o novo nunca é o bastante

lixo!pessoas em paz sentimentais sustentaveis
subsidios originais do suor
trabalho , fome ,sangue e pó
agora na tv no radio nos jornais
sempre querm sangue ,sempre querem mais
Audiência ,decadência e paz

controlados ,alienados quase surreais.


amor.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Algoz

déspotas gritando no paraiso
céticos ricos sem sorriso
ao delirio o pranto
ao captalismo o mito

nós a sos
o meu algoz
sou eu

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Filosofia e Amor

sobre a lucidez terrificante da indecência
o teu corpo virgem e estéril caminha
minha ,sozinha ,que agora teço em lã
te amo te pertubo me debatenho em minha filosofia vã

sobre o universo devaneio nossa existência
na mais derradeira da decidas caio sobre nós,o amor em forma de carne,quase concreto
e imagino nossa decadência em seus olhos e seu véu
deito sobre a cruz e imagino nós dois infinitamente no céu

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Suicidio

grande consolo atrerrador
alivio imediato que me faz sorrir
meu unico amigo meu grande consolo
para grande dor de existir

minha anestesia que me ilude e conforta
dece desejo que nunca se concretiza
minha unica vã utopia
que faz minha alma suportar a vida

ombro amigo desejo infundavel
te encontro em uma arma um veneno ou no comprimido
te espero te desejo meu amigo
anestesicamente suicidio